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Brasil é o maior beneficiado por nova taxa global de Trump, diz estudo

Maria Reis por Maria Reis
3 março, 2026
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Tempo de leitura: 4 minutos
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Global Trade Alert mostra queda de 13,6 pontos na tarifa média aplicada aos produtos brasileiros após a reconfiguração tarifária; com as isenções mantidas, a alíquota efetiva cai para 12,8%

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor uma sobretaxa global de 15% sobre produtos importados, em substituição ao chamado “tarifaço”, beneficiou principalmente o Brasil. Os dados são de um estudo publicado pelo Global Trade Alert neste domingo, 22.

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O Brasil é o país que mais ganha com a mudança, com queda de 13,6 pontos percentuais na taxa média de importação aplicada aos produtos brasileiros. A China aparece em seguida, com redução de 7,1 pontos percentuais. A Índia fecha o pódio, com corte de 5,6 pontos percentuais.

Na sexta-feira, 20, a Suprema Corte dos EUA derrubou o modelo anterior usado por Trump para impor alíquotas diferenciadas e “recíprocas” aos países. Até então, Brasil e China estavam entre os maiores sancionados, mesmo após o republicano retirar a sobretaxa de 40% sobre produtos brasileiros como carne e café.

Após a decisão judicial, Trump invocou a Seção 122 da Lei do Comércio dos EUA, de 1974. Inicialmente, o dispositivo foi usado para impor uma taxa fixa de 10% sobre a maioria das importações. No sábado, esse percentual foi elevado para 15%.

Pela nova regra, as tarifas passam a ser calculadas somando-se as alíquotas originais (vigentes antes do tarifaço) ao novo acréscimo global de 15%. A sobretaxa tem validade de 150 dias e precisará ser aprovada pelo Congresso para continuar em vigor.

Produtos como aço, alumínio, cobre, madeira e automóveis continuarão sujeitos ao regime tarifário anterior, já aplicado pela Casa Branca. O governo também manteve a isenção para cerca de mil itens, incluindo produtos farmacêuticos e minerais críticos.

Com isso, a transição produz vencedores e perdedores claros, afirma o Global Trade Alert. No outro extremo, países que enfrentavam tarifas baixas antes da decisão agora pagarão mais. “Reino Unido (+2,1 p.p.), Itália (+1,7 p.p.) e Singapura (+1,1 p.p.) registram os maiores aumentos porque a sobretaxa de 15% da Seção 122 supera o que pagavam sob o regime antigo”, diz o relatório.

Segundo o Global Trade Alert, antes da decisão da Corte, produtos brasileiros entravam nos EUA sob uma tarifa média de 26,3%, considerando tanto itens altamente taxados quanto os isentos. No novo modelo, a barreira média cai para 12,8%. Já a China escapa de uma tarifa média de 36,8%, reduzida para 29,7%.

Canadá e México, que mantêm acordo trilateral com os EUA, tiveram reduções de 3,3 e 2,9 pontos percentuais, respectivamente.

Com a nova regra, o Canadá, beneficiado por uma série de isenções, passa a liderar o ranking dos 20 principais parceiros comerciais dos EUA com a menor tarifa média de importação, agora fixada em 4,7%. O país é seguido por Irlanda (5%), México (5,2%) e Singapura (7,8%).

Na outra ponta está a China: apesar do corte, continua enfrentando a tarifa média mais alta, de 29,7%, seguida por Indonésia (20,3%), Vietnã (18,8%) e Tailândia (17,3%).

Posição do Brasil

O Brasil agora aparece em posição mais favorável que países europeus como Itália, Alemanha e França, que pagarão taxas de ao menos 14,3% para vender aos EUA. Nesta semana, o chanceler federal alemão, Friedrich Merz, visitará Trump e prometeu levar uma demanda conjunta europeia para que seja mantido o acordo União Europeia-EUA, que ainda não entrou em vigor.

Segundo o portal G1, o vice-presidente Geraldo Alckmin comemorou a decisão. “Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competitividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranja, aeronaves”, declarou.

Em março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá a Washington em visita oficial a Trump. Neste domingo, ele disse esperar “tratamento igualitário” dos EUA na questão tarifária, para evitar uma “nova Guerra Fria”.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula que a decisão da Suprema Corte afeta US$ 21,6 bilhões em exportações brasileiras aos EUA.

Fonte: Deutsche Welle

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